#FALANOVATO: Tati Nassif em “cadê esse tal playbook?”

Fala novata stormJogar flag sempre foi uma vontade, mas nunca uma meta. Descobri por acaso que haveria uma seletiva e um amigo disse que o Storm era o melhor. Me inscrevi e fui. Depois de um catch com uma cambalhota para trás conheci o Flanax e entrei para o time. 
A vibração das meninas começou a me contagiar. Minha família e amigos tinham certeza que eu estava ficando louca! Mas eu me sentia cada vez mais em casa! As outras jogadoras eram super prestativas me acolhendo e dando toques delicados e simpáticos. Os técnicos sempre atentos às minhas dificuldades me deram um baita apoio quando quebrei o dedo no terceiro treino. Enquanto isso, foquei nos treinos físicos e comecei a ver diferenças bem rápido.
Pouco depois que voltei tomei aquele susto com a convocação do Paulista! Peraiiii, ainda preciso aprender a esperar a blitz!? Foi ai que comecei a me dar conta de quanto tudo aquilo significava para cada uma delas e que eu precisava dar o meu máximo! Cadê esse tal playbook para eu estudar? E as regras? Tudo que davam pra fazer, eu fiz! O campeonato foi uma experiência a parte no aprendizado tático e na convivência unida e respeitosa em um verdadeiro time! Hoje passo o dia esperando noticias, fotos e piadas, pois o Storm conquistou uma parte da minha vida que eu não imaginava! – Tati Nassif, #15
NOTA DO EDITOR : Tati tinha um casamento marcado em São Paulo, na tarde do sábado, primeiro dia do campeonato. Apesar disso, viajou para São Carlos (250km) sexta à noite, jogou a primeira partida contra o Underdogs de manhã e voltou correndo para a capital. Foi ao casamento e, na na mesma noite, voltou para o interior para jogar contra o Bulldogs! Foram mil quilômetros rodados em dois dias. Menção honrosa para o “Marido”, fã número um da WR, que esteve ao lado dela o tempo todo e ajudou o time com o gelo! A jogadora terminou o campeonato com 9/10 passes completos, dois touchdowns e cinco pontos extras.