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Storm pega o White Sharks pela segunda rodada do Brasileiro

A Superliga Centro-Sul entra na segunda semana de disputa e apresenta o próximo desafio para o time de futebol americano adulto do São Paulo Storm: o perigoso Itapema White Sharks, de Santa Catarina. O confronto acontecerá na cidade de Paulínia (SP), amanhã (15/08), a partir das 14 horas, e promete agitar os fãs da região.

Em relação à partida de estreia, quando venceu o Foz do Iguaçu Black Sharks, a Tempestade chega reforçada, com a escalação de alguns atletas que estiveram ausentes anteriormente por estarem se recuperando de contusão. “Estamos com praticamente força máxima, e mesmo que estejamos recuperando a capacidade física do elenco por conta do desgaste do primeiro semestre, iremos entrar com toda a força”, promete o treinador William Zapparoli.

Será a primeira vez que Storm e White Sharks se enfrentam. E para evitar surpresas, a comissão técnica e o elenco fizeram uma extensa lição de casa. “Estudamos tendências, assistimos vídeos e pesquisamos muito sobre cada um dos atletas adversários”, comenta o treinador.

Por conta de um acordo entre a Tempestade e o Paulínia Mavericks, todas as partidas da primeira fase da Superliga Centro-Sul como mandante do time azul acontecerão na cidade dos Touros. O confronto contra o Itapema começará às 14 horas, no Centro de Treinamento Itapoan, que fica na Avenida Prefeito José Lozano Araújo, Jardim de Itapoan. A entrada é gratuita.

Storm vence na estreia, apesar do susto

O São Paulo Storm venceu o Foz do Iguaçu Black Sharks na estreia da Superliga Centro-Sul, no último sábado (01/08), pelo placar de 17×12. O resultado foi construído na segunda etapa, depois da Tempestade estar perdendo por 12×03, o que demonstra que a caminhada até o título será feita na base da superação e terá que contar com muita força por parte do elenco.

A partida, que aconteceu na cidade de Paulínia (SP), começou com um Storm sonolento e pouco produtivo. Somado a isso, a Tempestade deveria lidar com uma série de desfalques em relação ao time que entrou em campo pela final do Paulista, duas semanas antes. Para se ter uma ideia, quatro atletas de linha ofensiva titular estavam fora do jogo. “Numa temporada tão longa e intervalo de partidas curto, precisamos contar com a força do elenco, uma vez que a ausência de peças importantes serão inevitáveis”, explicou o treinador principal, William Zapparoli.

A falta de atenção custou caro ao time paulista, que acabou fechando o primeiro tempo com 03×12 no placar – onde os únicos pontos do time paulista foram anotados por meio de um field goal com o kicker, Felipe Gadeilha. Era preciso uma mudança de atitude para buscar a virada, e ela veio após o intervalo.

Com um ataque revigorado e uma defesa mais intensa, a Tempestade Paulista passou a ganhar terreno e com boas campanhas, obteve a virada por meio de dois touchdowns anotados pelo recebedor Luiz Domingues, que fez a primeira partida com a equipe após a disputa do Mundial de futebol americano, no mês passado. Com os pontos extras na conta, o Storm fechou a fatura em 17×12.

“Temos muito a acrescentar para o Brasileiro e essa partida mostrou que todo jogo será decisivo”, ressaltou Zapparoli. O treinador não está errado e o que se espera é muita dificuldade pelo caminho. “Trata-se de um torneio que reúne alguns dos melhores times do Brasil, seria de se imaginar obstáculos pelo caminho todo”, completa.

O São Paulo Storm volta a campo no dia 15 de agosto, também em Paulínia, para enfrentar o Itapema White Sharks, equipe de Santa Catarina que também estreia na Superliga. Em breve, todos os detalhes da partida.

Storm abre o Brasileiro contra o Black Sharks

A caminhada do São Paulo Storm pelo inédito título nacional começa amanhã – sábado – em Paulínia (SP). Por isso, depois da conquista do campeonato estadual, há pouco mais de duas semanas, o elenco da Tempestade já reverteu toda sua atenção para enfrentar o Foz do Iguaçu Black Sharks. A Superliga Centro-Sul reúne sete das principais equipes do País e promete uma temporada forte e equilibrada. Na fase regular, todos enfrentam todos em turno único.

A última vez que Storm e Foz se enfrentaram foi em 2010. Ao todo, foram duas partidas na história, com uma vitória para cada lado. “Trata-se de uma das equipes mais duras do país, com um jogo extremamente físico. Por isso, teremos que superar o cansaço e as contusões de atletas importantes para iniciar o nacional com um resultado positivo”, pondera William Zapparoli, treinador principal da Tempestade.

No primeiro semestre, o Black Sharks conquistou o terceiro lugar no Campeonato Paranaense, o que reforça o ponto de atenção. Mas nada diferente do que se encontrará em todos os confrontos do ano. “Se quisermos conquistar o título nacional, precisaremos encarar cada jogo como a decisão”, coloca Zapparoli.

A partida de estreia na Superliga acontecerá na cidade de Paulínia, casa dos Mavericks, time que o Storm fechou uma parceria para mandar todas as partidas da primeira fase do campeonato. A decisão foi tomada a partir da diferenciada estrutura que a cidade disponibilizará para os atletas que lá estarão.

Além de Storm e Black Sharks, disputam a fase Centro-Sul do Brasileiro: Coritiba Crocodiles – atual campeão nacional – Cuiabá Arsenal, Itapema White Sharks, Cuiabá Arsenal, Goiânia Rednecks e São José Istepôs. O time que levar a melhor entre o grupo, disputará o Brasil Bowl, em dezembro, contra o campeão da Linefa, liga do nordeste, em partida que acontecerá na Arena Itaipava, em Pernambuco.

A partida de amanhã começa às 14 horas e acontecerá no endereço Rua Francisco de Mauro, s/n – Paulínia. A entrada é gratuita.

Storm leva o paulista e se torna o maior vencedor do estado

Em uma partida de fortes emoções, o São Paulo Storm superou o Campo Grande Gravediggers por 12×07 e sagrou-se campeão da edição 2015 do Campeonato Paulista da Fefasp. Com a taça, o time alcançou o seu quinto estadual (2010 e 2012 a 2015), sendo o quarto seguido, o que garante a posição de maior vencedor do estado. A partida aconteceu em Osasco (SP) e contou com a presença de um ótimo público.

“Foi uma conquista de superação. Tivemos que lidar com a renovação do elenco, inúmeras contusões de atletas importantes durante o torneio, o desfalque de dois jogadores-chave para a seleção e muita desconfiança, uma vez que alguns tropeços fizeram com que todos acreditassem que estávamos fora da disputa”, enumera William Zapparoli, o treinador principal da equipe.

A exibição na final foi a prova de que esta superação dentro do campo deu o tom. Usando a estratégia definida para o jogo de maneira espartana, o Storm dividia as posses de bola com o Gravediggers, ambos avançando em campo, mas pecando ao tentar chegar na redzone. O resultado dessa troca de bolas se refletiu no placar do intervalo, que mostrava o zero para ambos os lados.

Passado o intervalo, as duas equipes voltaram com a mesma vontade e atenção na execução. Entretanto, após uma ótima jogada terrestre, a Tempestade abriu o placar com uma corrida do running back Alan Giamas, para nada menos que 73 jardas. Sem o ponto extra anotado, o Storm abriu 6×0.

Para os que esperavam um Campo Grande abatido, o que se viu foi um adversário que se recusava a ser derrotado. Tanto que a força de vontade se converteu em touchdown e ponto extra anotado: 6×7. “O jogo estava pegado e o TD anotado pelo Gravediggers foi fruto de faltas desnecessárias da nossa defesa. Sabíamos que se elevássemos o foco na execução, voltaríamos a comandar o placar”, revelou Zapparoli.

E foi o que aconteceu. Já no último quarto, depois de boas jogadas por meio do quarterback Gustavo Urlacher, a Tempestade se colocou na redzone adversária e com uma corrida para pouco mais de oito jardas do running back Lucas Monobloco, o Storm deu números finais ao placar em 12×07. Os pontos foram especiais, já que além do título, foram os últimos anotados pelo jogador, que fazia sua última partida como atleta.

A partir daí, a missão foi gastar relógio, apesar das últimas forças gastas pelo Diggers. “Respondemos em campo a todos os que duvidavam da nossa força. Venceu o conjunto, o espírito de equipe e a união, deixando claro que um trabalho pensado no longo prazo, na evolução contínua do atleta, traz sim resultado”, finalizou o treinador.

Após o título, o Storm terá poucas semanas para se preparar para duas estreias, uma vez que o elenco se dividirá em duas competições. Enquanto a equipe principal adulta vai em busca da conquista do brasileiro, o time de desenvolvimento, formado por novatos e sub-19, atuará na Taça Nove de Julho. Em breve, tudo sobre as competições.