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São Paulo Storm mira vitória na estreia da SPFL 2017

No próximo dia 02 (domingo), o São Paulo Storm fará sua estreia na edição 2017 da São Paulo Football League (SPFL). Atual vice campeão do torneio, a equipe enfrentará o Palmeiras Locomotives no Estádio Municipal Antônio Soares de Oliveira, a partir das 15 horas, na cidade de Guarulhos (SP). Será a primeira partida da nova comissão técnica da Tempestade, que tem como objetivo buscar o sexto título estadual.

O objetivo é um só: a vitória na partida, que além de ser a estreia no campeonato, será a primeira oficial da equipe no ano (a equipe disputou um amistoso com o time do Spartans no último dia 13). As principais novidades do Storm para a partida frente ao Locomotives estarão fora do campo. Após uma período de pré-temporada de muito trabalho sob o comando do novo técnico principal Lucas Cisneiros (ex-Recife Mariners) e da comissão técnica reforçada pelo coordenador defensivo Danilo Muller (ex-treinador da seleção brasileira e da própria Tempestade), além de diversos outros nomes com grande experiência pelo futebol americano brasileiro.

“Para 2017 reforçamos a comissão técnica, mantivemos grande parte dos nossos atletas do ano passado, além dos talentos que formamos em nossa categoria de base, e a expectativa é de um elenco ainda mais forte e coeso para esse ano”, comenta Alexandre Branco, diretor esportivo do São Paulo Storm. “Não poderia ser diferente, nosso objetivo na SPFL é buscar o título”, conclui.

Os ingressos para a partida podem ser adquiridos pela internet (aqui). O evento contará com uma grande estrutura para receber a rodada, que também contará com uma partida pela manhã entre Lusa Lions x São Caetano Blue Birds.

FICHA TÉCNICA
São Paulo Storm (0-0) x Palmeiras Locomotives (0-1)
Local: Estádio Municipal Antônio Soares de Oliveira, Guarulhos. (SP)
Data/Hora: 02 de abril de 2017, domingo – 15h
Endereço: R. Francisco Foot, S/N – Jardim Tranquilidade, Guarulhos – SP
Compra Antecipada: goo.gl/iuEkcH

Storm enfrenta maior desafio de 2015

No próximo domingo, dia 12 de julho, o time masculino adulto do São Paulo Storm entra em campo para o principal desafio do ano até aqui: enfrentar o Campo Grande Gravediggers pela final do Campeonato Paulista de Futebol Americano da Fefasp. Invictos até aqui, o time do Mato Grosso do Sul (que foi convidado para participar da competição paulista) é o favorito a ser batido. O jogo acontecerá no campo do Bradesco, localizado na Cidade de Deus (sede do banco, em Osasco), Vila Yara, s/n.

Para surpreender o adversário, a Tempestade tem utilizado os últimos dias antes da decisão para focar na estratégia de jogo. “Depois de oito partidas no campeonato, é difícil imaginar que uma equipe ainda possa surpreender, mas no espírito da superação, buscaremos surpreender o Diggers”, revela William Zapparoli, treinador principal do time azul.

Zapparoli conta que foi um período importante para também estudar o adversário. “Assistimos a última partida do time de Campo Grande contra o Botafogo, no campo. Além disso, buscamos vídeos e materiais que contribuíram bastante para a definição da nossa tática.

A final de domingo também tem um gosto especial para a própria Fefasp, uma vez que trata-se da primeira vez que o campeonato verá times diferentes na decisão. “Mesmo sendo o primeiro ano do Storm na competição, jogamos buscando dar o máximo e chegamos até aqui porque merecemos. Mas não ganhamos nada e precisamos manter o foco se queremos levantar a taça”, deixa claro o treinador.

Para esse jogo, a Tempestade não contará com dois de seus principais atletas: Bruno Gardenal e Luiz Domingues. Ambos estão nos Estados Unidos com a seleção brasileira para disputar o mundial e farão falta. Mas se depender da raça e vontade que os atletas que entram deixaram no treino, o Storm não tem com que se preocupar.

A entrada para a partida São Paulo Storm x Campo Grande Gravediggers são gratuitas, mas o público precisará apresentar ingressos. Eles podem ser retirados com antecedência com qualquer um dos atletas da equipe durante a semana, bem como no último treino da Tempestade, que acontecerá amanhã, quinta, no Centro Esportivo Tietê, entre 9 e 12 horas (veja como chegar aqui) ou na prefeitura de Osasco. No dia do jogo, haverá distribuição caso existam lugares disponíveis. A partida começa às 14 horas, mas já a partir das 11h, o público poderá acompanhar várias atrações.
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A conexão entre São Paulo Storm e Campo Grande Gravediggers

Você certamente já ouviu falar da teoria dos seis graus de separação. E por incrível que possa parecer, ela também é válida para São Paulo Storm e Campo Grande Gravediggers, que se enfrentam no próximo domingo, dia 12 de julho, pelo título da SuperCopa São Paulo 2015, o Campeonato Paulista da Fefasp. A conexão é mais profunda do que se pode imaginar, já que um dos fundadores do time do Mato Grosso do Sul foi atleta da Tempestade. Seu nome: Lúcio Alves.

Nós entrevistamos Lúcio para saber tudo sobre essa estranha coincidência, que envolve personagens e histórias de ambas equipes, inclusive do porquê a equipe do MS ter coveiros como nome. Confira agora o pingue pongue:

Redação Storm: Você foi um dos fundadores do Gravediggers? Como é essa história?
Lúcio Alves: Durante os playoffs da temporada 2007/2008 foi lida uma mensagem do Silvio Torres, um grande fã dos Packers, convocando o pessoal da cidade a se reunir pra assistir o Super Bowl daquele ano. Acabamos nos reunindo na casa dele – o próprio Silvio, eu, Renan Portes e o Lucas Donha – completos estranhos com uma paixão comum. Dai nasceu a ideia da formação de um time na cidade e iniciamos os primeiros treinos com o pouco conhecimento que tínhamos. O nome veio de uma relação com a profissão do Silvio, que era técnico em necropsia.

Lúcio, no centro, em um dos primeiros treinos do Gravediggers, em 2008.
Lúcio, no centro segurando uma criança, em um dos primeiros treinos do Gravediggers, em 2008.
(RS) Em que circunstâncias você veio para São Paulo e descobriu o Storm?
(LA) Eu joguei com alguns integrantes do Storm no Pantanal Bowl de maio de 2008. Depois de conhecer o Danilo Muller pela internet, eu e o Lucas Donha fomos a Cuiabá jogar pelo Bandeirantes, um combinado com gente do país todo. Após isso fui a um treino do Storm em SP, tudo isso buscando alguma base pra seguir com a formação do Gravediggers. Em janeiro de 2009 me mudei para São Paulo depois de receber uma proposta de trabalho e não pensei duas vezes, procurei os amigos e fui treinar com o Storm.

(RS) Qual a sensação de ver um time de MS ter a chance de levar um título estadual frente ao time que você jogou por aqui?
(LA) É uma sensação boa ver que a semente que foi plantada anos atrás seguiu sendo cuidada pelas pessoas que entraram, se apaixonaram pelo esporte e fizeram do time sua família. Ao mesmo tempo gera certo conflito. Com os amigos que me acolheram no Storm joguei dois Pantanal Bowls, dois Sorocaba Bowls, um Torneio Touchdown e muitos amistosos, portanto se tornaram a minha família.

(RS) O estilo de jogo é diferente nos estados?
(LA) Muito. O nível de maturidade do esporte sempre esteve em estágios diferentes. Isso em decorrência do acesso a equipamentos que foi mais rápido em SP, acesso a informações e formação dos coachs, número de atletas disponíveis e equipes oponentes de excelente nível mais próximas.

(RS) Quem leva? 🙂
(LA) Estarei presente e espero um bom jogo, que se mantenha aberto até o último quarto, mas fico com o Storm até o fim.

Lúcio em ação pelo Storm.
Lúcio em ação pelo Storm.

Storm vence Corinthians e está na final do Paulista

Com uma atuação digna do tamanho do clássico, o São Paulo Storm venceu o Corinthians Steamrollers por 10×03, em partida válida pelas semifinais do Paulista de futebol americano da Fefasp. Com o resultado, a Tempestade garantiu a presença na decisão do torneio, quando enfrentará o Campo Grande Gravediggers, dia 12 de julho – na cidade de Osasco (SP). Será a quarta final de estadual seguida para o time azul, que brigará pelo pentacampeonato.

“Muito se falou sobre a qualidade desse grupo e quanto ele ficava abaixo da nossa história. Tivemos dificuldades, mas quando entendemos que precisávamos recuperar nossa essência, encontramos o caminho”, revela o treinador principal do Storm, William Zapparoli.

O que poucos sabem é que a equipe passou por uma reformulação completa em 2015. Ao todo, mais de quinze atletas do time principal são novatos, uma nova comissão técnica foi montada e alguns nomes importantes do elenco se contundiram ainda no início da competição.

Mas engana-se quem pensa que para o Storm o campeonato acabou. “O favorito ao título é o Gravediggers, são eles que possuem a melhor campanha, a invencibilidade e dominaram todas as partidas até aqui. Nós continuaremos focados no trabalho e na execução do nosso planejamento, o que vier será fruto dessa dedicação”, explica Zapparoli.

O jogo: batalha nas trincheiras fez a diferença

As análises davam conta de que uma primeira campanha bem sucedida faria toda a diferença para o Storm. E foi com esse objetivo que a Tempestade entrou em campo. Logo de cara, um retorno que colocou o ataque na linha de 50 jardas. Lance após lance, a equipe azul ganhava território, apesar da pressão corinthiana. Já próximo à endzone, o running back Alan Giamas conseguiu furar o bloqueio e anotar o primeiro touchdown do jogo, que ainda teve o ponto extra convertido pelo kicker Felipe Gadeilha: 7×0.

Sem contar com o principal alvo do corpo de recebedores (Vitor Hugo), o Steamrollers buscava ganhar espaço, mas era dominado pela defesa azul. A disputa pelo espaço na linha era intensa e o perde e ganha era mínimo. Qualquer falha poderia ser fatal para qualquer um dos lados.

Esse foi o tom dali para frente. Corinthians avançando, mas sem efetividade, Storm impedindo pontos, mas sem conseguir aumentar o placar. Mas, antes que o segundo quarto acabasse, o Steamrollers ainda conseguiria diminuir a diferença por meio de um field goal anotado por Ramon Verdugo.

Todos sabiam que se a primeira parte do jogo demonstrou-se tensa e pegada, o segundo tempo tinha tudo para arrepiar. E foi o que aconteceu.

Entre trocas de posse de bola e tentativas frustradas de avanço, o Storm obteve uma vantagem que passaria a fazer toda a diferença dali para o fim da partida: field goal de 37 jardas anotado por Gadeilha e 10×03 no placar. Vantagem que somente seria igualada com um touchdown adversário.

Dali em diante foi ataque alvinegro contra defesa azul. Avanço de um lado e outro, linhas combatendo e jardas conquistadas e perdidas dos dois lados. Foi quando, em meio a uma tentativa de passe do Corinthians, faltando pouco mais de um minuto para o fim do jogo, o safety Anderson Forato interceptou a bola e colocou fim à tensão.

A interceptação que deu a vaga na final. | Crédito: Flávio Torres
A interceptação do safety Forato, que deu a vaga na final. | Crédito: Flávio Torres

A final do campeonato paulista acontecerá no dia 12 de julho, na cidade de Osasco – com horário a se confirmar. O estádio a receber a partida entre Storm x Gravediggers será a Arena Bradesco. Em breve, informações sobre ingressos.

Storm e Vipers lutam por vaga no Paulista

Chegou a hora de mais um confronto eliminatório para a equipe masculina adulta do São Paulo Storm. O adversário da vez será o Sorocaba Vipers Army, em jogo válido pelas fase de quartas de final do campeonato paulista de futebol americano da Fefasp. O embate está marcado para acontecer amanhã (20/06), na cidade de Sorocaba (SP), a partir das 14 horas.

A partida é a reedição da final de 2014 da LPFA, campeonato que ambos atuavam até a última temporada. O placar: 31×00 para a Tempestade. “Mas tudo isso é passado, a vitória na temporada anterior ficou na história e sabemos que encontraremos um adversário mais organizado taticamente e mais forte”, analisa o treinador principal do Storm, William Zapparoli.

Retrato da evolução do adversário é o fato do Vipers ter terminado invicto e com a melhor campanha na divisão norte da conferência metropolitana, enquanto o Storm terminou com a segunda posição na divisão sul. Mas Zapparoli deixa claro: “assim como o título é passado, nossa campanha na temporada regular também é. Esperem um time focado, concentrado e atento aos objetivos que traçamos”.

A exemplo do que aconteceu no último jogo, onde a Tempestade saiu vencedora frente ao Limeira Tomawalk, o time terá que superar as contusões de peças importantes para permanecer vivo, o que traz preocupação mas não assusta o treinador, que garante que as faltas trazem para os que entram, ainda mais vontade de vencer.

A partida entre São Paulo Storm x Sorocaba Vipers Army acontece amanhã (20/06) em Sorocaba, a partir das 14 horas, na Comatec: Rodovia Emerenciano Prestes de Barros, km 5,5 – Bairro Caguaçu. A entrada é franca.